DEPOIMENTOS

Acompanhei uma amiga

compartilho a experiência que passei de acompanhar uma amiga muito querida após sofrer uma violência doméstica aqui em Juiz de Fora. Particularmente não gostei do atendimento da PMMG, nem da PC, nem da Delegacia da Mulher, pois vi várias situações inadequadas. Falo como uma leiga total no assunto, mas compadecida com a dor da amiga, por isso vivi o lado da vítima. Gostaria da opinião de vocês. Tentando resumir, primeiramente logo após sofrer a agressão, ela chamou a polícia que foi até o local e mesmo o agressor estando em casa, optou por levá-la para a UPA e não conduziu ele pra Delegacia. Colocaram no BO que o agressor não foi encontrado. Pq não houve o flagrante? Depois deixaram ela na UPA de Benfica (super longe) e largaram ela lá, meio desnorteada e com uma filhinha. Orientaram de ir na delegacia no dia seguinte (foi aí que eu entrei pra buscá-la). No dia seguinte, fomos até a delegacia e eles mandaram fazer o exame de corpo de delito e depois ir na delegacia da mulher. Fomos no corpo de delito e durante a espera vimos algumas situações estranhas: um pai com uma criança que sofreu várias queimaduras de cigarro pela mãe ou padrasto (não entendi bem) que já estava no terceiro local procurando saber o que tinha que fazer e falaram que também não era lá. E o policial ainda completou: se não tiver certidão de nascimento não pode fazer nada. Aì o cara: mas tá com a mãe, não tem como eu ir lá e pegar. Aí o cara: pois é, aí não vai resolver nada. Encaminhou pra outro lugar e mandou ele procurar um delegado pra ver se dava um jeito. E o pai saiu indignado com a criança. Aí ela fez o exame e fomos pra "casa da mulher". Não achei o atendimento lá muito qualificado, percebi que é mais preenchimento de formulários e burocracias. Todo mundo achou estranho o que a polícia fez, mas preencheram seus formulários e deram pouca orientação pra vítima. Percebi que haviam estagiários de psicologia lá, mas provavelmente não conversamos com psicólogos pois ninguém estava muito aberto a ouvi-la e sim perguntavam: qual nome do agressor? qual endereço? vc é vacinada? vc quer fazer representação? (aí nós duas: o que é isso? rs) etc A gente que não entende muito do assunto, estávamos meio perdidas, sem saber no que aquilo ia dar. Aí perguntamos uma atendente que soube responder (enfim!) rapidamente algumas perguntas nossas. E do lado tava todo mundo num papo animado, uma menina fazendo massagem na outra... depois juntou uma galerona começaram a discutir sobre o sabor picolé que iam tomar, fazer brincadeiras uns com os outros e no meio disso tudo a escrivã ouvia a versão dela na história, pois a sala adequada estava ocupada. Aí eu achei meio desrespeitoso e desci pra ligar pra uma amiga advogada e não vi o final. Aí ela me explicou que agora o processo ia começar a rolar, que o cara ia ser processado, que nem precisava da tal representação, etc etc; Enfim, fiquei chateada com esse atendimento, parece que por ser público o negócio tem que ser burocrático e zoneado.

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